Oi?

Cresce o número de mulheres que afirmam estarem felizes sozinhas. Essas mesmas mulheres, ou se não todas, sua grande maioria, anda afirmando isso inclusive em mídias sociais que existem, por sua natureza, para promover a união de casais.

Homem – Oi

Mulher – Oi

Homem – Você é bonita. Vamos nos conhecer?

Mulher – Obrigada. Não sei. Estou bem sozinha.

Homem – Oi?men

A Rápida “Perca” do Glamour

robin hood

O cara entra lindo, cheiroso, causando no busão, a mulherada olha, o motorista arranca bruscamente, o sujeito sai rodopiando pelo corredor, bate as costas num ferro de apoio e se estatela sentado ao chão. 

Não digo quem fui.

So Sorry Wilson!!

O seu Wilson entra no escritório, lamenta solenemente o atraso, explica o porquê de não ter vindo ontem. Eu lhe aponto uma cadeira e o faço confortável. Lamento não ter café pronto (o melhor do mundo). Pergunto como posso atendê-lo. Seu Wilson me instrui que quem indicou os meus serviços a ele foi a sua veterinária, corrigindo, a veterinária do seu cachorro. Decidido que não mais retardarei a vida de seu Wilson, e muito menos a minha que não anda lá folgada, eu, cuidadosamente, evitando que a vergonha se apodere do doce velhinho, participo que ele provavelmente procura os préstimos do Dr. Enéas, o geriatra da sala ao lado. Novamente lamento não ter café pronto (sim, o melhor do planeta), e com um leve toque às costas arcadas de Seu Wilson, eu o dirijo à porta, ele e seu inenarrável demérito.

wilson

Eu, chorar? Só se for com Butterfly Kisses…

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Falta menos de um mês para minha filha mais velha se casar. Estamos todos felizes e vibrando por ela, e definitivamente tentando administrar a sensação de uma mudança tão crítica na vida de uma família: o primeiro filho saindo de casa. Mas, se resistimos às dores e agruras da separação, se a duras penas gerenciamos a minha saída de casa até chegarmos a um momento em que a beleza não está apenas num casal que é feliz junto, mas também separado, então resistiremos à saída da Ana.

Enfim, neste exato momento em que escrevo, no salão de festa do prédio onde moro, acontece o chá de panela da Ana. Há poucos minutos a mãe da Ana pediu para que me chamassem aqui em casa. Quando cheguei lá embaixo havia dezenas de mulheres, e de repente todas olhavam para mim. Em destaque a minha Neguinha, com o sorriso mais lindo, me estendeu um abraço. Foi quando a Alice (mãe da Ana, minha ex-esposa) explicou o motivo de ter solicitado a minha presença. Ela começou a relembrar que quando a Ana tinha pouco mais de 10 anos e morávamos no Texas, ao cantar comigo uma música chamada Butterfly Kisses, dizia que essa seria a música que ela entraria no altar no dia de seu casamento. Continuar lendo Eu, chorar? Só se for com Butterfly Kisses…