“Cortem-lhe a cabeça! Cortem-lhe…”

weird-aliceAlice no país das maravilhas é uma obra muito profunda, recheada de interpretações e nem um pouco friendly user [amigável] para o leitor. Contudo, na maioria das vezes, o que guardamos em nossas mentes é a imagem daquela menininha de vestidinho azul escorregando num buraco e os inúmeros personagens em suas cores pujantes e compor-tamentos histéricos. [Se não concorda com isso, experimente assistir com uma criança ou adolescente e/ou adulto e tente fazer uma análise filosófica da obra].

Alguns eventos em nossas vidas [nada ficcionais] são igualmente complexos em suas interpretações e seus desenrolares. Entretanto, aquilo com o que realmente lidamos, e que no fundo nos importa mais, são as experiências práticas do dia a dia. [Calma, você não entrou no blog errado. Eu às vezes sou capaz de filosofar e escrever rebuscadamente feito o discurso moralizante e pedagógico de Lewis Carrol. Mas, não é essa a intenção].

Continuando: não nos importamos tanto se as nossas motivações, e concessões, para termos alguém [uma mulher, ou um homem] como companhia, represente uma falha emocional ou trauma de infância. Quem [realmente] se importa se a compulsão por um chocolate ou doce é um distúrbio adquirido por conta de uma rejeição ainda no útero materno? E o que dizer daquela vontade louca de torrar a grana 2806datebutton redda conta telefônica num sapato, roupa, ou num jantar?

Não estou querendo induzir ninguém a sair por aí promovendo orgias sexuais, alimentares ou financeiras [até porque esse é um típico caso em que querer não é poder].  Eu apenas desejo promover, nesse início de semana, uma campanha para o lúdico, para as cores berrantes, para a meninice de Alice de forma a gerar, para você, alguns momentos mais fáceis ao longo desses dias que se seguem. Vai dar tudo certo!

Uma ótima semana com o melhor dessa terra pra você!

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Nota sobre a foto: O talentoso Johnny Depp no papel do Chapeleiro Louco. Filme de Tim Burton previsto para o próximo semestre.

3 comentários sobre ““Cortem-lhe a cabeça! Cortem-lhe…”

  1. Sobre o comentário que vc fez no “…cara de blasé”:
    🙂

    Sobre Alice, Tim Burton, Depp, cores berrantes e bizarrices: estou ansiosa para ver esse filme. Psicodelia misturada ao expressionismo suavizado por fina ironia e tom de voz moralista, mas implícito no texto do louco matemático dândi pedófilo e certamente genial Lewis Carrol …

    Começou bem a semana, xoogle! 😉

      1. Diz isso não, homem… a família Sarney é demoníaca… e de mau gosto. Corruptos, feios e cheiram a naftalina. 😛

        Não que eu tenha sentido pessoalmente, of course.
        😀

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