15 comentários sobre “Caro Senhor…

    1. Querida S. Vivaldini,

      Eu realmente curto as músicas dele. Acho que tem uma qualidade musical muito grande, e um romantismo bonito.
      Ficou bem bonito mesmo a imagem e texto. Também gostei.

      Beijinho.

      Ivan.

  1. Diz pra mim que você mandou a carta, diz?
    A-D-O-R-E-I!!!!!!

    Tem gente que não se toca mesmo. E o pior, nem precisa ser um cara rico e/ou fodástico pra fazer esse tipo de cena… Tenho a impressão que a frustração é tanta que precisa se auto-afirmar o tempo todo. Credo.

    Já a imagem, totally breath taking… Lindo isso, perdi o fôlego aqui…

    Beijo beijo

    1. Mandei!

      E com Aviso de Recebimento. Será o Benedito? Que coisa, né linda? Se não consegue falar baixo, pq não sai do restaurante?

      Beijocas.

      Ivan.

  2. Perfeito! Eu poderia ter publicado isso no Faz Cara de Blasé. Você realmente é um mestre também na arte de praguejar e falar mal da escrotice do ser humano. Somos irmãos. 😀

    A foto com o texto sobre o ar da boca ficou lindo. Um poema.

    bjs

    1. Minha querida professora de rabugices!

      Mas, na boa… neguinho berrando no celular é de dar ódio né? Depois falam mal daquele filme ‘dia de fúria’… por mim eu andava com uma 12 pra arrancar o celular junto com a orelha e a cabeça fora! Ha!

      Eu tbm gostei do poema que escrevi. Tá bonito, né?

      Beijo.

      Ivan.

      1. Pode crer… aquela imagem de onipotência arrogante de um ser cheio de testosterona envelhecida por anos de ganância e exploração de alguns assalariados, a ostentação vulgar de bens materiais (entre eles se inclui a própria “linda família” do cara) atingindo seu grau máximo na brutalidade dos berros ao celular. Odiável de todas as formas. Devia dar cadeia.

        Você também é um poeta. 🙂

        beijos

  3. Ah, que vontade de ter escrito essa mesma carta ontem…mas felizmente não me segurei e falei pessoalmente ao infeliz- cidadão- arrogante e mal educado que, não contente com a demora da sua filhinha à festa, berrou palavrões e grunhidos indecifráveis em alto volume bem ao meu lado. E o cidadão tinha altas patentes militares(achei que fosse ser expulsa do local!!rsrsrs)
    Mas valeu a pena. Lavei a alma, fiquei levinha, e ainda saí linda e saltitante pelo salão!!!

    Amei o seu poema. Você é uma pessoa encantadora.Feliz de quem te tem por perto o tempo inteiro. Privilegiados!!!!

    Um beijo!

    1. Sol,

      Interromper um sujeito desses não é tarefa para qualquer um. Bem-aventurada sois os que interrompem os babacas que falam alto ao telefone. Se eu chegar ao ponto de pedir pro sujeito falar baixo, a merda vai ser grande. Mas, obrigado por lavar a alma para todos nós reles mortais.

      Beijinhos, minha flor.

      Ivan.

  4. Bom, sou suspeitíssima para opinar porque, simplesmente, detesto esse tipo de cena. Em um restaurante, é o ápice da falta de educação, mas, de verdade, pega mal em todos os lugares.

    Não gosto de cenas, de shows, dessa coisa trash. Quem fala aos berros, seja onde for, me dá nos nervos. ¬¬

    * A imagem…aaaaaaahhhhhhh (de suspiro), a imagem…!

    ♪ “Só enquanto eu respirar…” ♫

    😀

    xoxo

    ℓυηα

    1. Luninha,

      Caras como esse provam a todos nós que a minoria quando quer faz estrago. A maioria das pessoas têm uma certa ética para o uso do celular, mas basta um simples idiota para acabar com a calma no ambiente. Não gosto de berros também.

      Beijão.

      Ivan.

  5. Ivan…aproveita e escreve pra :

    – aquele babaquinha que liga o radio (radio, veja bem) do celular no onibus…é…aquele mesmo que entra de boné e com a metade da bunda pra fora calça, que geralmente esta em bando e, cada um com seu celular ligado, ouvem sua música (?) preferida enquanto conversarm ou esbarram em todo mundo
    – aquele que usa uma mochila que, pelo conteúdo, deve estar indo viajar, nas costas e atrapalha a passagem
    – aquele que si com seu carro, escapamento aberto e o som tentando ser mais alto que este, oferecendo a todo mundo pérolas que só ele gosta de ouvir

    tem mais, depois eu lembro que agora vou ouvir um blues, baixinho no meu fone de ouvido, por que é musica de elite e ninguem gosta.

    abçs

  6. Além da falta de ‘desconfiômetro’, fiquei com dó da família dele.
    É um bobo completo, pela falta de educação e por deixar a família com cara de paisagem, ao invés de fazer-lhes companhia…
    Sou doida, mas nem tanto!
    Um beijo

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