Remembering Texas

Quando eu morei no Texas eu tive uma cadela da raça Labrador chamada, tchan tchan tchan tchannnn, Texas. Texas significa Marley, portanto, Texas era um demônio feito Marley. Bem, a parte de que Texas significa Marley é mentira, porém o demônio…

CENÁRIO:

Homem sentado no extremo de um banco, lendo o Dallas Morning News, calçando flip flops (Havaianas).

Ivan sentado na outra extremidade descansando de uma corridinha no parque com Texas, the Devil, sentada ao lado dele.

CORTA PARA:

30 segundos depois, o homem grita:

HOMEM: Ei cara, seu cachorro acabou de mijar em meu pé!

Ivan puxa Texas pela coleira.

IVAN: O que? Texas, bad dog! Meu senhor, me desculpe! Oh, my God. Posso ir até meu carro pegar uns guardanapos, toalhas de papel para o senhor?

PENSAMENTO DO IVAN: Um novo par de flip flops…

HOMEM: (muito chateado, mas incrivelmente calmo) Não, não precisa. Droga, da próxima vez preste mais atenção.

O homem tira um maço enorme de lenços do bolso, derrama a água da garrafa que ele estava segurando em seu pé e começa a se limpar.

Ivan, fica totalmente sem saber o que fazer já que seus pais lhe negligenciaram a informação de qual é a etiqueta adequada quando o cachorro de alguém mija no pé de uma outra pessoa,  vai saindo de mansinho, cabeça inclinada pra baixo, falando sozinho que nem a porra do Rain Man,

IVAN: Me desculpe. Ó meu Deus, eu sinto muito, eu sinto muito, Ó meu Deus…

Juju e Arthur parecendo filhos de testemunhas de Jeová, mas na verdade íamos a um casamento. Texas antes de comer a pedra diante dela.

4 comentários sobre “Remembering Texas

  1. Uahahhahahhahha! Seus filhos são lindos mas está mesmo parecendo testemunhas de jeová hahahah e putzzz que chata a situação, imagino sua cara hahhaha Lembrança hilária! Beijos e feliz dia dos namorados!

  2. Cachorro é tudo de bom, mesmo quando apronta dessas. rsrs
    Em casa, durante a minha infância, a raça era boxer, tínhamos 2 quando eu tinha 3 anos (meu irmão tinha alguns meses).
    Enormes, brincalhões, desajeitados… Mas não eram de aprontar muito em público não… Só os sapatos da minha mãe (e só os dela) e as fraldas do meu irmão (que ainda eram de pano, e eles arrancavam do varal) sofreram as consequências de ter dois desses em casa. No mais, o normal. Uma menina de 3 anos que achava que o cachorro era pônei e ficava inconformada de não conseguir montar. rsrsrs
    Fale mais da Texas, adoro essas histórias.

    Beijo beijo

    1. Oi querida,

      Sabe, eu não sei se estou pronto a falar da Texas, porque eu sinto falta dela. Ela veio dos EUA conosco, mas logo depois veio a separação, e ela acabou sendo doada para uma outra família. E eu acho isso muito triste. Acho muito triste quando meus filhos falam na “tété”…

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